quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pontal do Paraná

Fotos Antigas e históricas de Ipanema (Pontal do Paraná) cedida pelo acervo histórico da Secretaria de Turismo.
Contato com Secretaria de Turismo da Prefeitura de Pontal do Paraná pelo Site  http://www.pontaldoparana.pr.gov.br/  ou diretamente na Casa da Cultura, antigo clube de ipanema
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                                                                  Pontal do Paraná





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Pontal do Paraná, fevereiro de 1971

                                                                  
                                                                     Pontal do Paraná
                                                                     Pontal do Paraná


                                                      Pontal do Paraná, abril de 1985


                                                       Pontal do Paraná abril de 1985

Morretes

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE
A fundação de Morretes data de 1721, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou que a Câmara Municipal de Paranaguá demarcasse 300 braças em quadra no local onde seria a futura povoação de Morretes, para, em 31 de outubro de 1733 a mesma Câmara determinar a demarcação das terras.
O primeiro morador da região foi o senhor João de Almeida, em meados do século XVIII mudou-se para o povoado de Morretes, o Capitão Antonio Rodriguês de Carvalho e sua mulher, dona Maria Gomes Setúbal, construindo ali uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Porto e Menino Deus dos Três Morretes.
Pela Lei Provincial nº 16, de 01 de março de 1841, foi elevada à categoria de Município, sendo desmenbrado do de Antonina e instalado solenemente a 05 de julho de 1841. A 24 de maio de 1869, pela Lei Provincial nº 188, passou a denominar-se Nhundiaquara e recebe os foros de Cidade, mas em 07 de abril de 1870, pela Lei nº 227, voltou a denominar-se Morretes.  
Significado do Nome

                                   ESTAÇÃO DE MORRETES, E.F. DO PARANÁ







A Maria Fumaça passa pela estação de Morretes na década de 1930 (Acervo histórico CD)







Antonina,





























FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA


A construção da ferrovia começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus à época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km).

O objetivo era estreitar a relação entre as cidades do litoral paranaense e a capital do estado, com vistas ao desenvolvimento social do litoral. Além disso, era imprescindível ligar o Porto de Paranaguá aos estados do Sul do Brasil, para que se desse vazão à produção de grãos dos estados e, dessa forma, garantir apoio ao desenvolvimento econômico da região.

Para a obra, foram recrutados mais de 9.000 homens, que ganhavam entre dois e três mil réis por jornada. A maioria deles vivia em Curitiba ou no litoral, e era composta de imigrantes que trabalhavam na lavoura.
 
O esforço e ousadia de trabalhadores braçais, engenheiros e outros profissionais resultou numa das mais ousadas obras da engenharia mundial. Depois de cinco anos, a ferrovia foi inaugurada em 02 de fevereiro de 1885. Participaram da primeira viagem engenheiros, autoridades federais e locais, jornalistas e outros convidados. A viagem entre Paranaguá e Curitiba durou nove horas: ao chegar à Capital, mais de 5.000 pessoas aguardavam o trem.

Em seus cento e dez quilômetros de extensão, a ferrovia guarda centenas de obras de arte da engenharia: são 13 túneis ativos e 1 desativado, 30 pontes e inúmeros viadutos de grande vão. Destacam-se a Ponte São João, com 55 metros de altura, e o Viaduto do Carvalho, que liga os túneis 4 e 5, assentado sobre cinco pilares de alvenaria na encosta da rocha - a passagem por esse trecho provoca a sensação de uma viagem pelo ar, como se o trem estivesse flutuando. Foi a primeira obra com essas características a ser construída no mundo.

Poucos destinos no Brasil têm o valor histórico dos passeios pelos trilhos da Serra Verde Express. É compromisso da Empresa mantê-lo em funcionamento de forma sustentável, com respeito à Serra do Mar que cerca todo o caminho e também às pessoas que fazem possível sua existência: turistas, funcionários da Empresa e outros profissionais do Turismo.






A antiga Estação do Marumby, ponto obrigatório de parada aos montanhistas que frequentavam a Serra do Mar entre os anos de 1930-50



Parada do Cadeado, foto provávelmente de 1930